Imunologia da Reprodução

Ainda que exista hoje um conhecimento consolidado sobre infertilidade e perdas gestacionais em casais que engravidam facilmente, parece não haver uma boa divulgação dessas informações no meio médico e na população em geral.
É importante saber que o problema imunológico que torna inviável muitas gestações pode ser tratado com elevado índice de sucesso e que este tratamento é plenamente validado por renomadas instituições de pesquisa em todo o mundo.
Utilizando testes especiais é possível identificar casais que podem estar concebendo normalmente e abortando, bem como aqueles que concebem por meio da fertilização in vitro, mas não conseguem levar a gravidez adiante.

O que é imunologia da reprodução?
Imunologia é o ramo da biologia que estuda o sistema imunológico. Ela lida, entre outras coisas, com o funcionamento fisiológico do sistema imune de um indivíduo no estado sadio ou não. A imunologia da reprodução estuda os mecanismos entre o sistema imune materno e o embrião. Procura entender por que o embrião, durante uma gravidez normal, não é rejeitado pela mãe, já que é um ser estranho a mãe.

Atualmente, existem vários serviços no Brasil capacitados a oferecer uma investigação e tratamentos adequados para casais com perdas gestacionais e falhas de implatação embrionária.

FATORES IMUNOLÓGICOS – QUANDO INVESTIGAR?
Existem indicações precisas para a investigação de fatores imunológicos na área reprodutiva. Entre as principais indicações destacam-se:
• Casais com dois ou mais abortos consecutivos
• Casais com história de duas ou mais falhas de implantação em ciclos de FIV
• Mulheres com antecedente de óbito fetal
• Mulheres com antecedente de redução do líquido amniótico, pré-eclâmpsia grave e restrição de crescimento intraútero em gestação anterior.
• História de patologias imunes anterior ou em atividade
Atualmente, infertilidade não é motivo para investigação imunológica.

FATORES IMUNOLÓGICOS – O QUE INVESTIGAR?
Os fatores imunes que devem ser investigados são:
1. Fatores autoimunes
2. Trombofilias
3. Fatores aloimunes

Maiores informações,
www.imunorepro.com.br